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por Jacques Derrida · Ediciones Paidós · tapa blanda · 128 pág
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En 'La deconstrucción en las fronteras de la filosofía', Jacques Derrida explora la desconstrucción como un pensamiento que desafía el racionalismo filosófico occidental. Derrida argumenta que la desconstrucción no es simplemente una crítica negativa, sino un intento de situarse en los límites de la filosofía, donde se encuentra con lo que no puede representar en su código clásico. Este enfoque revela la conexión entre la filosofía y la situación trópica de la traducción y transferencia entre lenguas. La introducción de este volumen corre a cargo de Patricio Peñalver, profesor de Filosofía en la Universidad de Murcia.

Jacques Derrida foi um filósofo franco-magrebino, que iniciou durante a década de 1960 a Desconstrução em filosofia. Esta "desconstrução", termo que cunhou, deverá aqui ser compreendido, tecnicamente, por um lado, à luz do que é conhecido como "intuicionismo" e "construcionismo" no campo da metamatemática, na esteira da obra de Brouwer e depois Heyting, ao qual Derrida irá adicionar as devidas consequências dos teoremas da indecidibilidade de Kurt Gödel e, por outro, a um aprofundamento critico da obra de Husserl, Heidegger e Levinas na ultrapassagem da metafísica tradicional que ele vai apresentar como sendo uma "metafisica da presença".