Gene Wolfe equilibrou a sua carreira literária com o trabalho como engenheiro mecânico, tendo ajudado a desenhar a máquina que produz as batatas Pringles.
A sua obra-prima, O Livro do Sol Novo, permanece um pilar da ficção científica e da fantasia devido à sua complexidade narrativa.
Wolfe era conhecido pelo uso de narradores pouco fiáveis, forçando os leitores a questionar constantemente a natureza da memória nas suas histórias.
A sua experiência como engenheiro e editor da revista Plant Engineering trouxe uma precisão meticulosa e única à sua prosa.
Ao longo da sua carreira prolífica de mais de 30 romances, explorou temas morais profundos, frequentemente vistos através da lente da sua fé católica.