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James Warren "Jim" Jones foi um líder de culto, pregador religioso e assassino em massa americano, fundador e líder da seita Templo do Povo entre 1955 e 1978. No que ele chamou de "suicídio revolucionário", um termo que ele tirou do romance homônimo de Huey Newton, Jones e os membros de seu círculo íntimo planejaram e orquestraram um assassinato-suicídio em massa em sua remota comuna na selva em Jonestown, Guiana, em 18 de novembro de 1978, além do assassinato do congressista Leo Ryan e de quatro mortes adicionais em Georgetown, capital guianense. Jones e os eventos que ocorreram em Jonestown tiveram uma influência decisiva na percepção da sociedade sobre os cultos e seitas.
James Warren "Jim" Jones foi um líder de culto, pregador religioso e assassino em massa americano, fundador e líder da seita Templo do Povo entre 1955 e 1978. No que ele chamou de "suicídio revolucionário", um termo que ele tirou do romance homônimo de Huey Newton, Jones e os membros de seu círculo íntimo planejaram e orquestraram um assassinato-suicídio em massa em sua remota comuna na selva em Jonestown, Guiana, em 18 de novembro de 1978, além do assassinato do congressista Leo Ryan e de quatro mortes adicionais em Georgetown, capital guianense. Jones e os eventos que ocorreram em Jonestown tiveram uma influência decisiva na percepção da sociedade sobre os cultos e seitas.