
por William Gibson · Booket · libro de bolsillo · ISBN 9788445075951

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«Neuromante» é o romance de ficção científica de William Gibson, publicado pela Booket em edição de bolso (320 páginas, em espanhol).
Num futuro dominado pelos microprocessadores, a informação é a matéria-prima e há cowboys da informação que roubam dados atravessando defesas eletrónicas. A história segue Case num mundo distópico onde o leste da América do Norte é uma única megacidade, a Europa um aterro radioativo e o Japão uma selva de néon onde cada pessoa é a soma dos seus vícios.
O romance obteve o Prémio Hugo 1985, o Prémio Nebula 1984 e o Prémio Philip K. Dick 1985. É o volume 8010 da coleção Ficção Científica da Booket.
Leitura de referência para leitores de ficção científica que queiram conhecer a origem do termo ciberespaço e a narrativa de William Gibson.

William Ford Gibson é um escritor américo-canadense de ficção especulativa. Chamado de "profeta noir" do cyberpunk, subgênero da ficção científica, Gibson cunhou o termo "ciberespaço", em seu conto Burning Chrome e posteriormente popularizou o conceito em seu romance de estreia e obra mais conhecida, Neuromancer, de 1984, primeiro volume da aclamada trilogia Sprawl. Prevendo o ciberespaço, Gibson criou uma iconografia para a era da informação antes da onipresença da internet na década de 1990. Também é creditado a ele a previsão do surgimento da "televisão de realidade/reality show" e de estabelecer as bases conceituais para o rápido crescimento de ambientes virtuais como jogos e internet. Gibson é um dos mais conhecidos escritores de ficção científica norte-americana, festejado pelo The Guardian em 1999 como "provavelmente o mais importante romancista das duas décadas passadas". Ele tem escrito mais de vinte contos e nove romances aclamados pela crítica, e contribuiu com artigos para várias importantes publicações e colaborou bastante com performances de artistas, cineastas e músicos. Seu pensamento tem sido citado como uma influência em autores de ficção científica, design, acadêmico, cibercultura e tecnologia.
